Notas
Erros comuns

Erros comuns ao imprimir litofanias

Erros comuns ao imprimir litofanias
Sinal de atenção: os três erros que mais estragam uma litofania.

O erro mais comum é usar uma imagem com contraste baixo: se a foto original já é meio "lavada", a litofania sai ainda mais sem definição, porque o intervalo entre claro e escuro fica pequeno. Antes de gerar o modelo, costuma valer a pena aumentar um pouco o contraste e o brilho da foto, e até converter para tons de cinza antecipadamente, para ver com mais clareza como as áreas vão se comportar contra a luz.

Outro problema frequente é a primeira camada grudar de forma desigual, o que gera manchas escuras na parte que deveria ser a mais clara e translúcida da imagem — vale a pena caprichar no nivelamento da mesa e, se possível, usar uma superfície de impressão limpa e sem resíduos de impressões anteriores, já que qualquer variação de aderência na base tende a aparecer como uma mancha irregular bem no meio da imagem final.

Por fim, imprimir rápido demais em detalhes finos pode gerar variações de fluxo que aparecem como listras horizontais quando a peça é vista contra a luz, mesmo que pareçam invisíveis à luz normal. Reduzir a velocidade de impressão especialmente nas paredes finas, e garantir que o extrusor esteja calibrado corretamente, ajuda a evitar esse tipo de artefato.

Um erro menos óbvio, mas igualmente comum, é escolher uma foto com fundo muito escuro e sujeito muito claro (ou vice-versa) sem ajustar a imagem antes: o alto contraste entre fundo e sujeito pode fazer com que uma parte da imagem fique quase toda no limite máximo de espessura, perdendo detalhes internos que existiam na foto original.